Donald Trump, ao lado de Gianni Infantino, presidente da FifaFoto: White House/Reprodução/ND Mais
Donald Trump não mediu esforços para o lançamento do “Conselho da Paz“. Como a organização pretende monitorar a paz na Faixa de Gaza, 60 líderes mundiais receberam convite para fazer parte da estrutura. Neste cenário, o Manchester City, ligado aos Emirados Árabes, acabou sendo mencionado no assunto político.
Em reportagem do jornal AS, da Espanha, o acordo envolvendo Trump foi ligado ao mundo do futebol. Isso porque a nova organização internacional possui o apoio de Khaldoon Al Mubarak, presidente do Manchester City e figura influente na assessoria estratégica de políticas públicas dos Emirados Árabes. Neste cenário, o histórico do clube em reforçar o elenco com jogadores de peso serviu para que o presidente dos Estados Unidos ganhasse, em sentido figurado, um lugar no grupo de contratações.
Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir
“City ‘contrata’ Trump. O presidente dos Estados Unidos formalizou a criação do Conselho da Paz no Fórum Econômico de Davos, com a ratificação de Khaldoon Al Mubarak, presidente do Manchester City […] Dessa forma, os Citizens se tornarão um aliado inesperado dos Estados Unidos nesta nova fase”, descreveu o diário.
Acordo envolvendo Trump motivou citação ao Manchester CityFoto: Reprodução/ND Mais
Buscando estreitar laços, Trump deixou claro que “cada um (dos representantes) é meu amigo”. Agora, resta saber se haverá interesse de Khaldoon Al Mubarak em fazer com que o presidente dos Estados Unidos, através de uma ação especial, seja atrelado ao Manchester City.
Trump recebeu prêmio ligado à paz
Recentemente, Donald Trump foi enaltecido durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026. Eleito como ganhador do Prêmio da Paz da Fifa, o presidente dos Estados Unidos fez questão de ressaltar o trabalho em conjunto com Gianni Infantino, presidente da entidade, para que o esporte mais popular do planeta seja tratado da melhor forma possível.
“É realmente uma das maiores honras da minha vida. Muito mais que palavras podem falar. Salvamos milhões e milhões de pessoas, o Congo é um exemplo. Mais de 10 milhões de pessoas morreram, e mais de 10 iriam morrer. Índia, Paquistão e tantas outras guerras que conseguimos encerrar, outras que terminamos antes mesmo de começar. Conseguimos fazer isso. É uma honra estar com Infantino, que o conheço há muito tempo”, afirmou Trump.

