Lula mostrou confiança com o hexa do BrasilFoto: YouTube/Reprodução/ND Mais e Fifa/Divulgação/ND Mais
Lula, após o diálogo com Ancelotti sobre Neymar, trouxe mais uma projeção antes da Copa do Mundo. Em discurso no Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que ocorreu nesta segunda-feira (20), o presidente mostrou confiança antes do início da disputa pelo título.
Apesar do trauma causado pelo 7 a 1, Lula vê margem para o Brasil desbancar a Alemanha na possível final da Copa. Neste cenário, além do chanceler Friedrich Merz, o presidente quis incluir Donald Trump no convite para acompanhar o desfecho do torneio em 19 de julho, no MetLife Stadium.
“Eu queria começar esta conversa com a imprensa fazendo um convite ao primeiro-ministro Merz, que se a Alemanha e o Brasil forem finalistas na Copa do Mundo, que a gente convide o Trump para assistir à Copa do Mundo conosco, vendo a disputa entre o Brasil e a Alemanha, e certamente dessa vez deve ser a vez do Brasil ganhar, porque da última vez a Alemanha ganhou de 7 a 1 do Brasil. Então vamos ver se nós fazemos esse convite”, disse Lula.
Receba no WhatsApp as principais notícias do mundo esportivo Entre no grupo
“Se o Brasil for para a Copa do Mundo na final com a Alemanha, nós dois estaremos no estádio para ver a final Brasil e Alemanha”, prosseguiu.
Lula faz cobrança ao recordar 7 a 1
Em outro trecho do discurso, Lula recordou um dos placares mais inacreditáveis da história do futebol. Caso o Brasil, de fato, reencontre a Alemanha, o presidente deixou claro a obrigação de evitar outro vexame depois do 7 a 1, no Mineirão, em 2014.
“No dia 8 de julho deste ano vai completar 12 anos que a seleção da Alemanha ganhou do Brasil de 7 a 1 e que isso não se repita nesta Copa do Mundo agora”, afirmou.
Lula recordou 7 a 1 em aviso destinado ao BrasilVídeo: YouTube/Reprodução/ND Mais
Antes do possível embate no mata-mata, Brasil e Alemanha precisam superar a fase de grupos. Enquanto o time de Ancelotti encara Marrocos, Haiti e Escócia no Grupo C, os alemães medem forças com Costa do Marfim, Curaçao e Equador no Grupo E.

