Linha do tempo relembra impasses das obras de prolongamento da Via Expressa em Blumenau em mais de uma décadaFoto: Divulgação/SIE/ND Mais
As obras do prolongamento da Via Expressa em Blumenau, paralisadas desde agosto de 2024, devem ser reiniciadas após a assinatura da ordem de reinício das obras de implantação e pavimentação da SC-108, marcada para às 10h desta sexta-feira (13).
Com o “aval” do Governo de Santa Catarina, a obra iniciada em 2014, e atrasada há mais de nove anos, ganha perspectiva de avanço rumo à conclusão. O ND Mais resumiu os principais impasses vividos ao longo de mais de uma década em uma linha do tempo. Confira:
A linha do tempo das obras de prolongamento da Via Expressa em Blumenau
- 2012: Projeto em fase final de elaboração;
- 2014: Ordem de serviço foi assinada, no valor de R$ 138,7 milhões e previsão inicial de conclusão para 2017.;
- 2016: Início real da obra;
- 2017: Primeira paralisação. Na época, a empresa vencedora da licitação pediu um aumento no valor da obra, alegando que o volume de rochas encontradas no local da obra era quatro vezes maior do que o previsto no projeto.
- 2021: Obras são retomadas no mês de julho, após quatro anos paradas.
- 2023: Governo de Santa Catarina estabelece um novo cronograma para as obras;
- 2024: Obras são paralisadas novamente, no mês de setembro;
- 2025: Governo do Estado é convocado a prestar esclarecimentos sobre “abandono da obra”, em maio, e promete retomada;
- 2026: Obras recebem “aval” para retomada após a assinatura da ordem de reinício das obras de implantação e pavimentação da SC-108, prevista para esta sexta-feira (13).
Prolongamento da Via Expressa em Blumenau é demanda antiga da cidadeVídeo: Divulgação/ND
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O principal objetivo do prolongamento da Via Expressa em Blumenau é desafogar o trânsito na rodovia Doutor Pedro Zimmermann, na Itoupava Central.
Segundo dados da Secretaria de Infraestrutura da Regional Vale, mais de 12 mil veículos passam pela SC-108 diariamente.
Após a conclusão da obra, a expectativa é que esse número aumente, uma vez que a rodovia se tornará um “importante corredor de serviço” na região.
Hoje, a obra está com apenas três dos 15 quilômetros previstos concluídos em mais de 10 anos.

