Mãe e o padrasto do menino afirmaram que ele se machucou ao cair no banho, mas médicos desconfiaram do excesso de ferimentosFoto: Divulgação/Hospital Jaraguá/ND Mais
A mãe e o padrasto da criança de dois anos que morreu em um hospital de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, foram presos suspeitos de maus-tratos e homicídio contra o filho em José Boiteux, no Alto Vale do Itajaí.
A prisão preventiva ocorreu na quarta-feira (24) pela Polícia Civil. As investigações estão sendo realizadas por meio de inquérito policial em tramitação junto à Delegacia de Polícia de José Boiteux, que ocorre em segredo de justiça.
Em primeiro depoimento, a mãe e o padrasto alegaram que o menino caiu durante o banho, quando estava sob os cuidados do homem. Porém, os médicos desconfiaram da gravidade dos ferimentos apresentados pela criança, que incluem lesões cerebrais e hematomas pelo corpo.
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A criança de dois anos, morador de José Boiteux, morreu depois de sete dias internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), no dia 20 de junho.
Mãe e padrasto são suspeitos de maus-tratos e morte de criança de dois anos
A criança passou por quatro unidades de saúde até ser internada na UTI pediátrica. Primeiro, o menino foi levado pela mãe ao Hospital de José Boiteux no dia 13 de junho, dois dias depois da suposta queda. A mulher, de 21 anos, alegou que o padrasto teria medicado o menino após o acidente.
Depois, a criança foi encaminhada ao Hospital Doutor Waldomiro Colautti, em Ibirama. Na sequência, foi para o Hospital Santo Antônio, em Blumenau, onde enfim foi transferido à unidade em Jaraguá do Sul, onde a Polícia Militar foi acionada.
Segundo os médicos, a criança apresentava lesões cerebrais, convulsões e hematomas no tórax, nas costas e no rosto. A mãe e o padrasto são os principais suspeitos da morte de criança de dois anos.
A Polícia Civil segue investigando o caso, que está sob sigilo.

